Esta é sem dúvida uma referencia que retenho desde a minha infância. Trag-a comigo pelo grande simbolismo e força das imagens do filme. Remete-me hoje para, aplicando a palavra do filme, uma missão que tentamos desenvolver. É com esse espírito que encaro hoje o acto de ensinar. A missão de levar a que os alunos se desenvolvam integralmente, de forma sustentada, contribuindo para se superarem e construirem uma sociedade. Muito diferente da forma como encarava o exercício docente quando o iniciei, e nem sequer pensava por quanto desempenhaia tal tarefa. Não é uma missão com assepção de sacrifício, de perda pessoal, é antes algo para o qual devemos adaptar-nos para potenciar os nossos recursos pessoais, e os da escola, enquanto organização, para que com satisfação, determinação, exigência, e boa disposição consigamos fazer da escola um local importante, referência para a comunidade e que perdure como boa memória nos nossos alunos.
"[A educação] Nunca é neutra: verifica, pressupõe, convence, elogia e põe de parte. Tenta favorecer um tipo de homens frente a outros, um modelo de cidadania, de disposição em termos de trabalho, de maturação psicológica e até de saúde – modelo que não é o único possível mas que se considera preferível aos restantes.”
In Savater, F. (2006). O valor de educar, pp 149-153. Lisboa: Edições Dom Quixote.
Neste vídeo Savater refere a importância da educação, que como a política, depende de todos: http://www.youtube.com/watch?v=Bd6V7WNgIUw&feature=related
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