http://www.youtube.com/watch?v=eAWvNPr6r7k
Entendo hoje também o nosso exercício de docentes como essencial para o estímulo à aprendizagem, com constantes reforços positivos. Muito embora tenha sido uma característica pessoal – ser positivo, confiante – relembro a adaptação aquando do inicio da carreira, com algum choque, mediante uma cultura de professores, caracterizada por alguma negatividade, descontentamento, inflexibilidade, não só mas também com os alunos. Percebi mais tarde, e justiça se faça com momentos de reflexão individual, e com os colegas, no mestrado em ensino, que é premente uma mudança de atitude, para que o trabalho colaborativo com pares, a inovação e o risco, possa ser concretizado.
Encaro verdadeiramento o humor como uma “arma” essencial para ultrapassar questões de motivação e até mesmo confronto com alguns alunos. Por si só não é sufuciente, mas por vezes é cirurgica. Entendo também hoje, que as relações quer com os pares quer com alunos devem ser francas e explícitas, ou explicitadas. Apenas com esta atenção da nossa parte em facilitar nosso entendimento do outro, interessar-se pelo seu ponto de vista e de clareza no discurso e nos actos, podemos conseguir uma boa relação. E neste sentido tenho experênciado que os mais jovens são, por norma os mais compreensivos, que mais depressa entendem os nossos motivos, e os aceitam quando demostramos, pelo hábito e método as vantagens e as boas intenções das nossas acções.
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