http://www.youtube.com/watch?v=uwKgVXA6kaU&NR=1
Algo natural. Como natural me é hoje estar no sala de aula, perante alunos e trabalhar com estes, evitanto julgamentos não construtivos, tal como entre pares. Dedico esta música para falar de um perfil que penso ter construído e que penso também estar conforme a visão que tenho da carreira. Construtiva de interajuda e aprendizagem mútua.
Durante este ano lectivo penso ter conseguido ter das experiências de crescimento profissionais mais ricas por ter conciliado o curso de mestrado com a actividade lectiva numa escola onde encontrei um ambiente, dentro do grupo de Educação Tecnológica, muito propício à realização de um bom trabalho. Porque havia colaboração, iniciativa de interajuda, troca de informação, trabalho realizado de forma informal, aceitação da opinião de cada um, assistência às aulas, interajuda entre turmas. Neste ano senti verdadeiramente ter contribuído para o desenvolvimento dos alunos, devido a um trabalho preparatório das duas colegas, que me acolheram e à quarta colegas, ambos contratados pelo primeiro ano para a escola. Este acolhimento teve um caracter institucional, mas pessoal, e aqui salienta-se com igual importância as qualidades profissionais e pessoais.
Verifiquei que é essencial a escola possuir metas, objectivos, mecanismos que integrem estratégias, e que tal se reflete em várias escalas e momentos do trabalho de um professor. Mas senti também, sobretudo no final de ano a diferença entre avaliadores objectivos e isentos e outros menos profissionais. A minha avaliadora consegui, por acreditar e saber que não faltava à verdade, evidenciar o bom trabalho que realizei perante a direcção, algo que me orgulhou muito. Por ter sido reconhecido, sobretudo pelos pares com quem trabalho directamente.
Fiquei também com a noção clara de que a avaliação deve ser um processo externo à escola, pois nem sempre se avaliam pessoas com a justiça e parcialidade que se impõe a uma orgão directivo. Reforcei neste final de ano lectivo assim a minha confiança no trabalho que tenho vindo a desenvolver, admitindo que tenho ainda muitos pontos a melhorar, mas que tenho um perfil e postura adequadas ao ensino, sobretudo pelos elogios que os meus pares que se interessaram e demostraram sempre abertos e disponíveis para colaboração me dirigiram, perante outros membros da comunidade educativa.
Terei desenvolvido já o meu DNA de professor?
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